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Fim de ano é tempo de festas.
É tempo de Roberto.
É Ana Carolina cantando "Como vai você?"
Tempo de lançar novas sementes
E colher o que já plantou.
Tempo de planejar o novo
E derrubar velhos conceitos.
Tempo de sorrir
Mas há quem chore também.
Tempo de saltar, gritar
Ou quem sabe retirar-se ao silêncio.
Tempo de abraçar
E até mesmo fugir da falsidade.
Tempo de filtrar
Reter o bom, despejar o entulho.
Tempo de expressar, expor
Ou quem sabe manter-se calado.
Tempo de amar
E amar sempre.
A gente continua sonhando com o impossível
Planejando o mais difícil
Prometendo o que nunca vai cumprir.
Faz parte da natureza humana. E há quem seja feliz assim.
"Apare algumas arestas
Aperte parafusos que, eventualmente, estejam frouxos
Martele pregos para fixar prioridades".
E um bom ano!
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Fim de ano é tempo de festas.
É tempo de Roberto.
É Ana Carolina cantando "Como vai você?"
Tempo de lançar novas sementes
E colher o que já plantou.
Tempo de planejar o novo
E derrubar velhos conceitos.
Tempo de sorrir
Mas há quem chore também.
Tempo de saltar, gritar
Ou quem sabe retirar-se ao silêncio.
Tempo de abraçar
E até mesmo fugir da falsidade.
Tempo de filtrar
Reter o bom, despejar o entulho.
Tempo de expressar, expor
Ou quem sabe manter-se calado.
Tempo de amar
E amar sempre.
A gente continua sonhando com o impossível
Planejando o mais difícil
Prometendo o que nunca vai cumprir.
Faz parte da natureza humana. E há quem seja feliz assim.
"Apare algumas arestas
Aperte parafusos que, eventualmente, estejam frouxos
Martele pregos para fixar prioridades".
E um bom ano!
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