
Depois de uma breve temporada entupindo-me de música brasileira, trair a Ana Carolina com o Seu Jorge e, por fim, acabar trocando os dois pela Paula Lima, voltei aos gringos.
Foi inevitável.
Fuçando em alguma comunidade do Orkut (sim, eu fuço muito nas comunidades lá. Viva o Rapidshare e os "upadores" de plantão!), deparei com um comentário do tipo: "Boxer do The National é lindo". Uma simples afirmação que um cidadão usou para responder a um tópico. Não sei se por causa do sono (quando li devia ser umas 2h30 da "manhã"), ou qualquer outro motivo, li a frase umas quatro vezes pra processar a informação.
lindo adj. 1 Agradável à vista; belo, formoso, bonito. 2 Garboso, elegante. 3 Delicado, primoroso. 4 Aprazível, agradável.
Não é o adjetivo que as pessoas costumam usar para se referir a um CD (pelo menos não as que eu conheço). Diz-se que o CD "é muito bom", os mais chulos (tipo eu) dizem que é "bem loko" e, quem elabora um pouco mais o comentário, vai mais fundo com "é um trabalho bem feito, bem produzido e blá blá blá".
Fui atrás de "Boxer do The National".
E é lindo!
Como não sou "crítica de música" (e essa não é a finalidade do post) vou me dispensar de comentar sobre o CD em si.
E o barítono Matt Berninger, me fez lembrar de um timbre "lindo" que eu ficava ouvindo há uns anos atrás, quando fui "apresentada" a ele no Ensino Médio, pela Luisa.
Fui atrás dele de novo: Tilo Wolff.
O vocal, os arranjos, o idioma. Baixei de novo.
Elodia é lindo.
"Ich verlasse heut dein herz" é linda.
Tilo Wolff... não é lindo. hahaha
Numa entrevista que Tilo Wolff deu antes de Lacrimosa vir ao Brasil (em 2004), ele disse:
"Eu descobri que algumas pessoas começaram a refletir mais sobre sua vida interior (introspecção) depois de ouvir o Lacrimosa. (...) Parece que o Lacrimosa ajuda com que (...) conheçam seus sentimentos".
Assim sendo, sigo em meu período ultra-introspectivo, com trilhas sonoras "lindas".
Foi inevitável.
Fuçando em alguma comunidade do Orkut (sim, eu fuço muito nas comunidades lá. Viva o Rapidshare e os "upadores" de plantão!), deparei com um comentário do tipo: "Boxer do The National é lindo". Uma simples afirmação que um cidadão usou para responder a um tópico. Não sei se por causa do sono (quando li devia ser umas 2h30 da "manhã"), ou qualquer outro motivo, li a frase umas quatro vezes pra processar a informação.
lindo adj. 1 Agradável à vista; belo, formoso, bonito. 2 Garboso, elegante. 3 Delicado, primoroso. 4 Aprazível, agradável.
Não é o adjetivo que as pessoas costumam usar para se referir a um CD (pelo menos não as que eu conheço). Diz-se que o CD "é muito bom", os mais chulos (tipo eu) dizem que é "bem loko" e, quem elabora um pouco mais o comentário, vai mais fundo com "é um trabalho bem feito, bem produzido e blá blá blá".
Fui atrás de "Boxer do The National".
E é lindo!
Como não sou "crítica de música" (e essa não é a finalidade do post) vou me dispensar de comentar sobre o CD em si.
E o barítono Matt Berninger, me fez lembrar de um timbre "lindo" que eu ficava ouvindo há uns anos atrás, quando fui "apresentada" a ele no Ensino Médio, pela Luisa.
Fui atrás dele de novo: Tilo Wolff.
O vocal, os arranjos, o idioma. Baixei de novo.
Elodia é lindo.
"Ich verlasse heut dein herz" é linda.
Tilo Wolff... não é lindo. hahaha
Numa entrevista que Tilo Wolff deu antes de Lacrimosa vir ao Brasil (em 2004), ele disse:
"Eu descobri que algumas pessoas começaram a refletir mais sobre sua vida interior (introspecção) depois de ouvir o Lacrimosa. (...) Parece que o Lacrimosa ajuda com que (...) conheçam seus sentimentos".
Assim sendo, sigo em meu período ultra-introspectivo, com trilhas sonoras "lindas".


